Autor: Tara Sue Me
Editora: Record
Páginas: 272
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Sinopse: O poderoso empresário Nathaniel West precisa saciar suas fantasias secretas e busca uma mulher com quem realizar seus desejos mais primitivos. Ao saber que ele está à procura de uma nova submissa, Abigail King, movida por um segredo do passado, não hesita em se candidatar, aceitando os termos mais perversos do sedutor Nathaniel e deixando-se levar por um mundo de luxúria e submissão, onde não há limites para o prazer. Mas nenhum dos dois imagina que esse jogo pode despertar sentimentos e sensações incontroláveis.
Depois de uma breve entrevista e após Nathaniel relutar um pouco porque Abby não tinha nenhum tipo de treinamento como submissa, ela acaba sendo aceita.
Todo um acordo começa a ser elaborado (horários, ginástica, meditação, caminhada, alimentação e tudo mais), um breve contrato e palavras de segurança. Acordo fechado.
Abby já conhecia um pouco sobre Nathaniel pelas revistas e jornais, mas tinha também um motivo pessoal para gostar ainda mais dele, pois em um dado momento de sua vida, quando sua mãe estava com uma dívida e o banco ameaçou executar a hipoteca, Nathaniel era do conselho diretor do banco e convenceu a todos a darem meios a mãe de Abby para salvar a casa e a dívida, mesmo sem conhece-las… Abby sabia que ele não era um cara tão durão… ele tinha um coração generoso e doce. Pensando assim, Nathaniel povoou seus sonhou e agora suas fantasias estavam se tornando realidade.
Mas será que ela também estaria realizando algum sonho secreto de Nathaniel?
Assim começa a história de Abby e Nathaniel, um casal um pouco diferente dos padrões normais da sociedade. O que começa sendo apenas um relacionamento de um dominador e submissa, acaba se tornando algo um pouco mais forte, onde ambos começam a se preocupar um com o outro… Aos poucos Abby vai entrando no mundo de Nathaniel, conhecendo seus amigos e sua família. Isso não estava nos planos deles, mas acaba acontecendo de forma natural (apesar desse entrosamento assustar a ambos). Eles só esperam não se apaixonar, pois essa não é a ideia…
Será que ambos ficarão juntos ou Abby usará sua palavra de segurança?
"Quando voltei à recepção, havia uma rosa esperando por mim por cima dos livros que estivera catalogando. Uma rosa de cor creme, com as pontas tingidas de um leve rosado. Peguei e senti sua fragrância."
(pág. 108)
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Apesar de toda essa ideia de submissão, em alguns momentos eles são bem cúmplices em suas aventuras, como durante o sexo na arquibancada durante a final do jogo de baseball.
Gostei bastante da leitura, sem palavras pesadas e fora do contexto como as vezes costuma acontecer em livros desse gênero. As cenas de sexo fluem naturalmente, sem nada muito impactante ou ameaçador, diria até que ele está mais para um romance hot.
Várias pessoas comentam que esse tipo de leitura foi um modismo do ano que passou, mas o público de literatura erótica sabe que esse gênero sempre esteve no mercado, a única diferença é que ele nunca foi tão falado como agora.
Então continuemos com nossas resenhas eróticas com ou sem o boom da literatura erótica.
Vamos falar um pouco da parte técnica do livro?
Com um fundo cinza, uma gargantilha de diamantes e o título “A Submissa”, já entendemos sobre o que se trata a história. A capa é simples e direta, mas diz a que veio. O título do livro é em alto relevo e toda a capa possui aplicação de verniz. Nas orelhas do livro encontramos um pouco sobre a história e sobre a autora. A diagramação é simples, mas muito bem cuidada. As páginas foram impressas em papel off-white o que suaviza a leitura e não cansa os olhos. A tipologia usada é a Adobe Caslon Pro, em corpo 11/13,5 e as margens são adequadas. O livro possui 272 páginas divididas em 37 capítulos.
Parabéns para a editora Record pelo belo trabalho.
Capas:

























































