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8 de agosto de 2018

Resenha Literária – A Substituta, de Margaret Rome

A Substituta - Margaret Rome
Título: A Substituta (Second best bride)
Autor: Margaret Rome
Editora: Abril Cultural

Sinopse: — Pecaminosamente rico e bonito, pecaminosamente atraente! — Assim a irmã de Angie, Cilla, descreveu Stephan Helios, o grego de quem estava noiva. Mas havia um problema: Cilla agora havia fisgado um peixe maior e não estava mais interessada em Stephan. E coube a Angie a desagradável tarefa de ir até a Grécia dar-lhe a notícia. Só que Angie não sabia da tragédia que acontecera a Stephan naquele meio tempo. Uma tragédia que a levaria a se apaixonar por ele e a se deixar usar como um objeto por aquele homem sem escrúpulos, da mesma maneira indefesa como se deixara manipular pela irmã, durante a vida toda...
    







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Uma das minhas leituras favoritas são os antigos romances de banca, principalmente aqueles que chamamos de Florzinhas, uma edição que vinha com umas flores na parte superior esquerda da capa.
São publicações antigas como essa, que foi originalmente publicada em 1961, escrita pela autora Margaret Rome (uma das minhas autoras queridinhas).

Em A Substituta, temos a história da doce Angie, da sua irmã interesseira e insuportável Cilla e do mocinho sem escrúpulos Stephan Helios.
Na trama temos a ambiciosa, egocêntrica e sem noção da Cilla, que quer acima de tudo arrumar um homem rico para se dar bem na vida e largar de uma vez por todas a vida simples que ela tem morando com a irmã Angie e o pai que é um reverendo.
Quando surge a oportunidade de Cilla viajar com uns parentes distantes que são ricos, ela agarra com unhas e dentes, e durante a viagem ela acaba conhecendo um grego famoso e muti, mega milionário e acaba retornando para casa com um anel de noivado e com a adorável ideia que tirou a sorte grande (e que se deu bem na vida). Mas seus planos mudam e ela se interessa por um outro milionário! Sem saber o que fazer, a pilantra da Cilla, recorre a irmã e pede para que ela a ajude (nesse momento ela chora, implora, faz cena e o tudo mais) e a coitada da Angie viaja para a Grécia para devolver o anel de noivado da irmã para Stephan Helios. Chegando lá, a história não é bem como a irmã contou e Angie se depara com uma situação bem diferente. Uma tragédia aconteceu e sua irmã simplesmente não contou nada para Angie, ela fica sem acreditar no que sua irmã fez.  
" – Mas que interessante! – ele rugiu. –E deve ter sido por puro acaso que Pricilla escolheu,como sua mensageira, uma pessoa cujo nome lembra os anjos que levavam as mensagens de Deus para os homens. Ela jamais teria cabeça para fazer isso de propósito. Pois bem, Angelina, é melhor cumprir o seu dever e me dizer qual é a mensagem que a deusa Pricilla me mandou. Se bem que eu já tenha uma boa ideia do que deve ser."

Stephan não está nada contente com o que está acontecendo, e acreditem, muitas coisas aconteceram mesmo e esse grego está com muita raiva e resolve descontar na Angie, deixando-a em uma sinuca ao pedir para que ela fique na ilha e o ajude.

ilhas gregas
Não vou contar o motivo que a leva a aceitar o pedido e ficar na ilha, para não dar spoiler, mas uma coisa posso contar, essa irmã dela não presta, como já deu para perceber e a Angie é daquelas mocinhas calmas e doces, completamente diferente da irmã e que vai demorar um pouco a ver como realmente sua irmã é má.


Angie acaba se apaixonando por Stephan Helios e claro que a Cilla aparece para tentar reconquistar o noivo e destilar o veneno entre Angie e Stephan.

Temos nesse singelo livro um lindo romance, repleto de superações, amor, vitórias… O que posso dizer para vocês? Fui dormir super tarde para poder saber o final dessa história, mesmo tendo que acordar cedo no dia seguinte, sabe por quê? Porque a história é muito lindinha e vale a pena, é daquelas que você fecha o livro e suspira.

Super recomendo

Margaret Rome (2)Sobre a autora: Margaret Rome é uma autora inglesa. Depois que ela se casou e criou seu filho, ela começou a escrever.
A maioria de seus livros é ambientada na Inglaterra, mas há alguns em lugares mais exóticos.

31 de maio de 2012

Resenha Literária – Amor em Amsterdam, de Jessica Steele

”Amor em Amsterdam” é um romance de banca antigo que escolhi para ler no mês de Maio na Maratona de Banca, com a tema: Secretárias.
Jessica Steele - Amor em Amsterdam - Julia 305 - Escuta EssaTítulo: Amor em Amsterdam
Título original: The Icicle Heart
Autor: Jessica Steele
Série: Julia 305
Editora: Nova Cultural
Páginas: 120
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Sinopse:

Como um intruso poderia achar-se no direito de ocupar o quarto de Ivory?
Ivory foi acordada por uma voz rude. Arregalou os olhos e negou-se a acreditar no que viu. A seu lado, naquele quarto de hotel em Amsterdam, estava um desconhecido, coberto por um fino lençol!
O que estaria ele fazendo ali? Era sonho ou pesadelo? Envergonhada, tentou esconder os seios com as mãos.
O intruso ordenou-lhe que saísse do quarto dele! Senão cobraria muito caro...





Resenha:
Ivory é um simples secretária do departamento de estatísticas de uma grande empresa e quando a secretária-mensageira tem um problema com o passaporte, Ivory acaba sendo convocada para viajar rapidamente para Amsterdam para entregar uns documentos com urgência ao dono da empresa. Chegando ao hotel, Ivory se dirige a recepção e diz:  “ Sou da Sociedade Anônima Alexander e estou aqui para encontrar-me com o sr. Alexander”.  
O atendente entrega a chave do quarto e Ivory segue para o seu quarto cambaleando de sono e vai logo dormir, pois na manhã seguinte tem que entregar os documentos as 10h. Mas Ivory é arrancada das profundezas de seu sono por uma voz grave assim que o dia amanhece:
 Quem é você, afinal?”. Ops! Quem era aquele homem lindo dentro do seu quarto??
Depois de um pouco de confusão e de Ivory imaginar que aquele estranho poderia ser um tarado e ele imaginar que ela é uma golpista barata, os dois desvendam a confusão: ele é o dono da empresa, o milionário
Lawson Alexander, e ela, Ivory, a simples secretária-mensageira. 
Toda a confusão ocorreu porque o correto seria ela entrar na suíte, deixar os papéis na saleta da entrada e ir para o quarto dela, mas como ela não sabia que esse era o procedimento, imaginou que aquele seria o quarto dela. Ivory estava um pouco irritada com a situação e Lawson ainda diz:


” — Não se preocupe, garota. Não houve nenhuma desgraça. Suponho que não sou o primeiro homem com quem você compartilha um quarto.”

Seu encontro com o dono da empresa não tinha começado nada bem. Mas logo estaria de volta ao seu trabalho e não veria tão cedo o dono da empresa, certo? Ledo engano… Alexander pede para que ela fique mais uns dias com ele para datilografar alguns documentos.
Ele precisava de uma secretária e ela não tinha como dizer não.


“— Não era minha intenção ofendê-la, Ivory. Acontece que, sendo seu patrão, sinto-me responsável por você. Está num país estranho, não fala a língua daqui e nem conhece outra pessoa além de mim. Acredito que não estaria sendo justo se, depois de fazê-la ficar na Holanda trabalhando para mim, permitisse que jantasse sozinha no hotel. Por isso, ficaria satisfeito se jantasse comigo.”


Rijksmuseum de Amsterdam

Durante sua estadia, Ivory visita Rijksmuseum de Amsterdam


Após o retorno da viagem, Ivory é selecionada para ser a secretária junior substituta de Lawson e eles começam a trabalhar mais próximos.

Vamos acompanhando então o dia a dia dos dois e aos poucos Lawson começa a ficar interessado em Ivory, surge então um inesperado amigo de Lawson que fica muito interessado na nova secretária do amigo e um ex-noivo pra lá de cretino que surge para infernizar a vida de Ivory.

A história é um doce e apesar de ter sido escrita em 1979, a autora Jessica Steele nos apresenta um mocinho que não é do tipo machista e arrogante. Lawson tem uns surtos de ciúme, as vezes implica com Ivory , imagina que ela gosta de outro e não sabe ao certo porque o noivo a largou, mas ele também sabe ser carinhoso, atencioso e no momento que ela precisa dele, ele a defende e cuida dela com o maior carinho.
Ivory é uma garota independente, determinada e o enfrenta de igual para igual, sem deixar de ser sensível, doce e elegante.

Um romance com pitadas de tudo o que há de bom em um livro de banca: ciúme, amigo do mocinho interessado na mocinha, um ex-noivo sem noção, mocinho milionário e com uma ótima pegada.
Gostei bastante da história, me fez sonhar e suspirar em algumas passagens da história, é daqueles romances perfeitinhos e bem elaborados Smiley piscando

Avaliação:
estrelas de avaliação 4
Essa resenha faz parte do meu desafio Maratona de Banca 2012
Maio - Tema Literário: Secretária

30 de abril de 2012

Resenha Literária – O Homem dos Olhos de Aço, de Anne Hampson

Anne Hampson - O homem dos olhos de aço (Hills Of Kalamata) - Julia 095Título: O Homem dos Olhos de Aço
Título original: Hills Of Kalamata
Autor: Anne Hampson
Editora: Abril Cultural
Páginas: 119
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Sinopse: Oh, como Sarah tinha sido im­prudente ao se envolver naquele plano maluco para ajudar sua me­lhor amiga! Como resultado, tinha sido seqüestrada por Charon Drakos e levada para a terra dele, uma região selvagem, encravada no meio da Grécia, onde famílias ini­migas torturavam-se e matavam-se, sem lei nem moral. Até quando Drakos a manteria prisioneira na­quele inferno? Sim, ela era corajo­sa e sentia se capaz de enfrentar tu­do... menos as emoções descontrola­das que começavam a brotar em seu peito. Estaria se apaixonando por seu próprio carcereiro, aquele selvagem de olhos frios que brilhavam como o aço?


Resenha:
Escolhi esse livro “O Homem dos Olhos de Aço”, da Anne Hampson, para fazer parte da minha Maratona de Banca do mês de Abril, com o tema “Mocinho Sequestra Mocinha”
Gosto muito dessa autora e esse livro é daqueles super antigos que hoje em dia só encontramos em sebos. Esse livro foi escrito em 1976, então provavelmente vamos encontrar um personagem machista, mas torci para que a mocinha não fosse sem iniciativa.
Comecei a leitura e em menos de duas horas já tinha lido o livro!
Nem acreditei que tinha esse livro aqui e ainda não tinha lido, gostei muito do enredo e vai entrar para os meus livros de banca antigo favoritos.

Grécia

Começamos a história conhecendo um pouco sobre Sarah que é amiga de Miranda e ambas dividem um apartamento. Miranda tem uma irmã chamada Pam que vem da Inglaterra passar as férias na Grécia e acaba conhecendo um lindo grego e resolve largar tudo por ele. Miranda e a mãe tentam de tudo para impedi-la, mas ela está decidida ir com o grego.
Miranda elabora um plano e pede a ajuda de Sarah para sequestrar o grego, ela acha que não será uma boa idéia fazer isso e tenta convence-la do contrário. Miranda se mantém firme com o plano de sequestrar o grego e salvar a irmã de um relacionamento que não vai dar certo, imaginando que quando a irmã souber que o grego simplesmente foi embora sem ao menos olhar para trás, Pam logo irá arrumar outro namorado.

Miranda arquiteta o plano: marcar um encontro no barco com grego dizendo que precisa contar algo muito importante sobre a irmã, dar uma bebida sonífera feita pela mãe dela e depois largá-lo em uma ilha grega deserta junto com tudo o que ele poderia precisar por um mês, comida, água, roupas e etc.

ilha deserta
Drakos vai ao encontro e logo percebe toda a armação, finge tomar a bebida e dormir, elas descem do barco e levam toda as coisas para a praia. Quando Sarah volta ao barco e Miranda ainda está na praia, Drakos se levanta, surpreende Sarah na cabine e a tranca lá dentro, liga o barco e deixa Miranda sozinha e isolada na pequena ilha desabitada. O que era para ser o sequestro de Drakos acaba sendo o sequestro de Sarah, Drakos a leva para a ilha onde ele mora chamada Deep Mani.
Assim que ele chega, sua avó que também mora na ilha, aparece para falar sobre uma ex-namorada dele e encontra Sarah.
A avó de Drakos descobre que Sarah é uma descendente dos Pavromichalis e exige que ela seja morta imediatamente, pois as vendettas ainda existem entre as duas famílias e em Deep Mani quem faz as leis são eles.
Drakos não sabia que Sarah era descendente dos Pavromichalis uma família antiga que morou em Deep Mani e que possuía uma rixa com a família dele. As família se odiavam e assassinaram uns aos outros durante um bom tempo, até que os Pavromichalis saíram da ilha.
Todo o ódio entre as famílias nasceu porque um Drakos pediu para casar com uma Pavromichalis e ela não aceitou o pedido, desencadeando assim toda a confusão entre as famílias.

Drakos mantém Sarah presa em sua casa na ilha e convence a avó que ele vai resolver o problema. Mas com o passar dos dias Drakos começa a admirar e respeitar Sarah pois ela é uma mulher firme, tem opinião própria, luta contra ele, o enfrenta de igual para igual e não o teme. Isso deixa Drakos encantado, mas ele oscila entre momentos em que é machista e autoritário e em outros suave e preocupado.
Sarah se sente atraída por Drakos, mas não se curva perante as suas ordens e isso faz com que os sentimentos de ambos fiquem confusos no meio de toda essa guerra de autoridade.
Sarah quer poder ir ao encontro dele por vontade própria e essa tem que ser uma escolha dela, mesmos que para isso ela tenha que ir embora para depois voltar e se ela voltar foi porque “ela quis voltar”.

A história é bem desenvolvida, os personagens possuem personalidades fortes, o enredo é bem interessante com toques de batalhas históricas chocantes entre as duas famílias com resultados para lá de estranhos.
Possui bastante diálogos e a leitura flui facilmente, sem passagens longas e desnecessárias, esse é daqueles livros que eu diria “essa história é redonda” onde os personagens evoluem e mudam.

Pimenta:
A história não é muito apimentada mais possui boas cenas entre o casal.

Momento loucura:

A avó dele é totalmente sem noção, vive praticamente em outra época e acha que ainda pode matar as pessoas sem que nada aconteça, como se estivesse ainda na época de guerra dos ancestrais dela.


Avaliação:
estrelas de avaliação 4

Essa resenha faz parte do meu desafio Maratona de Banca 2012
Abril – Tema Literário: Mocinho Sequestra Mocinha
maratonadebanca peq

31 de março de 2012

Resenha Literária – Prisioneira do Deserto, de Tracy Sinclair

Título: Prisioneira do Deserto
Título original: Preview of Paradise
Autor: Tracy Sinclair
Série: Super Bianca 44
Editora: Nova Cultural
Páginas: 192
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Sinopse:
Bettina resistiu como pode, decidida a não facilitar a tarefa daquelas mulheres. O esforço porem foi em vão. Minutos depois, encontrava-se vestida como uma odalisca, o corpo esbelto revelando-se sobre cetins e musselinas coloridas. 
Quando a colocaram sobre um improvisado tablado erguido entre as tendas, conseguindo finalmente entender o que se passava. Ia ser leiloada entre aqueles nômades que a haviam sequestrado! Já se julgava perdida, mas de repente um silêncio nervoso abateu-se sobre os presentes. Um inesperado visitante se aproximava. O desconhecido acercou-se sem dizer nada e tomou-a nos braços. No instante seguinte ele a acomodava no cavalo e disparava m direção ao deserto...

Ela se livrou do perigo, mas a aventura estava apenas começando...

Resenha
Bettina é uma arqueóloga que foi convidada pela revista Architectural World para examinar e estudar uma tumba recém descoberta, datada da época dos faraós na longínqua Yahren.
Durante sua estadia no acampamento, com seus colegas de trabalho, Bettina se viu sendo sequestrada por uns integrantes de uma tribo de nômades que vinha observando o acampamentos deles há uns dias.
Começa então a jornada de três dias em um acampamento nômade onde ela é apreciada como uma rara mercadoria, mas apenas uma pessoa da tribo fala inglês e ele raramente está por lá.
Após esses três dias, ela é levada e arrumada pelas mulheres da tribo com uma roupa que parecia ser de uma dançarina árabe.
Em pouco tempo se viu em cima de uma mesa como uma mercadoria e sendo observada por vários homens estranhos que faziam seus lances.
Ela estava sendo leiloada!
Mas em meio aquela multidão surge um homem com seu caftã branca e a arremata, levando-a do leilão em seu imponente cavalo baio.
Aos poucos Bettina descobre que ele fala inglês, que é um escritor e amigo do seu chefe.
Imaginando que já estaria salva, que tudo estava resolvido e que poderia agora retornar ao seu país, Travis pede que ela entregue o amuleto roubado da tumba recém descoberta.
Que amuleto?? Bettina não sabia nada sobre nenhum amuleto roubado!
Como poderia Bettina provar sua inocência?
Todos do governo de Yahren estavam a procura dela e de John (o fotógrafo, mal intencionado). Bettina conseguiu convencer Travis de que nada sabia sobre o amuleto e ele resolve ajudá-la a resolver esse problema tão delicado.
Bettina continua hospedada e protegida na casa de Travis, que sugere que Bettina escureça os cabelos para que a polícia não a identifique e assim ela pode sair nas ruas sem ser reconhecida e ajudar na busca do amuleto em mercados paralelos.
O livro é interessante, a história é boa, com uma leitura leve e envolvente, onde em pouco tempo estamos torcendo pelo casal e para que Bettina dê uma chance a Travis (que é um amor).
Repleta de ação, a autora não deixa a história ficar monótona e nos leva a viver junto com Bettina essa maravilha história repleta de ação, leilão de escrava branca, roubo de amuleto sagrado, um casamento “supostamente” arranjado entre outros elementos que dão aquela pitada especial nesse romance.

Pimenta:

Sempre fui atrás do que queria e não vou negar que a quero muito. Você tem uma beleza estonteante. Gostaria de levá-la para a cama e fazer amor com você de cem maneiras diferentes.

Avaliação:


Essa resenha faz parte do meu desafio Maratona de Banca 2012
Março - Tema Literário: Mocinho ou Vilão?


19 de fevereiro de 2011

Resenha Literária – O Passado Perdido, de Violet Winspear

Título: O Passado Perdido
Título Original: The court of veils
Autora: Violet Winspear
Série: Julia n° 10
Editora: Abril
Páginas: 215
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Sinopse:
Roslyn foi vítima de uma fatalidade: perdeu o noivo e a memória num acidente aéreo, ao norte da África. Enquanto se recuperava, foi levada pela família do noivo para sua deslumbrante propriedade, próxima do deserto do Saara. Ali, dividida entre as atenções de Nanette, a velha matriarca, e de seu neto Tristan, Roslyn tentava em vão descobrir os elos de seu passado perdido... Não conseguia lembrar quem era, de onde vinha, não se recordava sequer do amor que deveria ter sentido pelo noivo. Para dificultar ainda mais sua situação, Duane, o neto frio e calculista de Nanette, a julgava uma impostora. Como terminaria seu sofrimento?

Eu sou uma romântica de plantão e gosto muito de ler esses livrinhos românticos que vendem em banca de jornais ou livrarias.Quando eu era adolescente lia uns 4 desses por dia, era um vício.
Eu gosto mesmo é dos antigos... super antigos...
Ontem li "Violet Winspear - O Passado Perdido (The court of the veils) - Julia 10", gostei, apesar da mocinha da história perder a memória (não gosto muito desse tipo de história) mas como era da Violet Winspear, apostei que seria bom e... realmente foi!  \o/
Valeu a leitura. ;)
Esse livro foi publicado originalmente em 1968 pela Mills & Boon, Londres, Inglaterra.
Aqui no Brasil foi publicado em 1979 pela Abril.

PS: Sei que várias pessoas acreditam que esse tipo de leitura não é boa, mas eu gosto e acho bem relaxante e aprendo algumas coisas também.
Não leio somente esse tipo de livro, leio vários!
Sou uma leitora voraz de praticamente tudo ;)

Avaliação: